sábado, 2 de novembro de 2013

UM DIA MUITO CLARO

Segurou-a firme no pescoço, comprimindo seu corpo contra a parede. Ela tentava fechar os olhos, mas não conseguia. Começou a sentir o corpo amolecer... Ele a jogou na cama com tanta força que ela foi parar no chão, e escutou o estrondo da cabeça e um murmúrio. Rapidamente ele despiu as calças e começou a fornicá-la enquanto continuava a esganadura. Pentrou-a pela frente, por trás, no chão e na cama.
O dia estava muito claro, a luz invadia o quarto mesmo estando as cortinas bem fechadas. Os dois ficaram por vários minutos deitados lado a lado em silêncio. Ela tinha ficado com as marcas da esganadura no pescoço, algo muito feio. Levantou-se, tomou um banho, colocou uma echarpe no pescoço e foi embora.